sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Rezemos muito!

“Ó minha Mãe, Terços rezo todos os que Vós queirais”
(Francisco)


O Coração de Maria e o Santo Rosário

Como a devoção e consagração ao Coração de Maria, a oração do Santo Rosário mostra uma importância de primeiríssimo plano nas revelações de Fátima. O Terço é, sem dúvida, a prática mais insistentemente recomendada por Nossa Senhora em todas as aparições:

• 13 de maio: “Rezem o Terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra”.

• 13 de junho: “Quero que... rezeis o Terço todos os dias”.

• 13 de julho: “Quero que continuem a rezar o Terço todos os dias em honra de Nossa Senhora do Rosário para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer”. “Quando rezais o Terço, dizei depois de cada mistério: Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu, e socorrei principalmente as que mais precisarem”.

• 19 de agosto: “Quero que... continueis a rezar o Terço todos os dias”.
• 13 de setembro: “Continuem a rezar o terço para alcançarem o fim da guerra”.

• 13 de outubro: “Quero dizer-te que façam aqui uma capela em minha honra, que sou a Senhora do Rosário, que continuem sempre a rezar o Terço todos os dias”.
Não se podia dar maior insistência na recomendação desta prática mariana que tantas bênçãos trouxe sempre à Santa Igreja e às famílias católicas, sobretudo a paz, a união e o espírito cristão de piedade, de esforço e de paciência.

Mas Nossa Senhora se dignou sinalar algumas características especiais para a sua oração:

• Finalidade: a paz e a conversão dos pecadores. Assim indicam-no as referidas palavras da Virgem Maria e a oração que pediu para que intercalassem entre os mistérios de cada dezena.

• Modo: que se meditem os mistérios, condição precisa para merecer a grande promessa dos cinco sábados do mês.

• Espírito: em reparação das ofensas que se fazem ao Coração Imaculado de Maria, segundo a mesma promessa sabatina.

Do conjunto da doutrina de Fátima se deduz que o caminho mais curto e mais eficaz para penetrar no amor e na devoção ao Coração da Virgem é a oração do santo Terço com a meditação dos mistérios e com este ânimo reparador marino. Santo Antônio Maria Claret compreendeu as relações que existem entre o Terço e a devoção ao Coração de Maria: “Para chegar ao Coração de Maria, o caminho mais curto e seguro é o santíssimo Terço”.
Um exemplo concreto da eficácia do Terço o temos em Francisco. Quando Lúcia perguntou à Virgem se ele iria ao Céu, a Virgem lhe respondeu: “Francisco também irá para o Céu, mas antes tem que rezar muitos Terços”. Ele, feliz, manifestando como se sentia alegre pela promessa de ir ao Céu, cruzando as mãos sobre o peito dizia: “Ó minha Mãe, Terços rezo todos os que Vós queirais”. E desde então tomou o costume de separar-se de nós como passeando e, se alguma vez o chamava e lhe perguntava o que estava fazendo, levantava o braço e me mostrava o Terço. Se lhe dizia que viesse a brincar, que depois rezaríamos todos juntos, respondia: “Depois rezo também. Não lembras que Nossa Senhora disse que eu tinha que rezar muitos Terços?” O Terço foi para Francisco o meio de ganhar o Céu.

“Eu creio – afirmava Irmã Lúcia – que, depois da oração litúrgica do Santo Sacrifício da Missa, a oração do santo Terço, pela origem e pela sublimidade das orações que o compõem e pelos mistérios da Redenção que recordamos e meditamos em cada dezena, é a oração mais agradável que podemos oferecer a Deus e de maior proveito para as nossas almas. Se não fosse assim, Nossa Senhora não teria recomendado com tanta insistência”. 
 
 
Fonte:
http://escravasdemaria.blogspot.com/

2 comentários:

  1. FORA DA GRAÇA DIVINA NÃO SALVAÇÃO? PORQUE? A SALVAÇÃO É PRIVATIVO DE NÓS CATÓLICOS? DEUS, NOSSO SENHOR EM SUA BONDADE E MISERICÓRDIA NÃO PODE DERRAMAR SUA GRAÇA ONDE ELE QUISER? PARA OS JUDEUS OS SAMARITANOS ERAM POVO IMPUROS; PORÉM O SENHOR PERDOOU A SAMARITANA.
    PENSO QUE NÃO PODEMOS LIMITAR A GRAÇA, POIS, SERIA ARROGÂNCIA NOSSA.

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  2. Fora da Igreja Católica não há salvação



    “Apoiado na Sagrada Escritura e na Tradição, (o Concílio) ensina que esta Igreja peregrina é necessária para a salvação. O único mediador e caminho da salvação é Cristo, que se nos torna presente em seu Corpo, que é a Igreja. Ele, porém, inculcando com palavras expressas a necessidade da fé e do batismo, ao mesmo tempo confirmou a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pelo Batismo, como que por uma porta. Por isso não podem salvar-se aqueles que, sabendo que a Igreja Católica foi fundada por Deus por meio de Jesus Cristo como instituição necessária, apesar disso não quiserem nela entrar ou nela perseverar” (Catecismo da Igreja Católica, 846).

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