sexta-feira, 23 de maio de 2014

Mais um dos infinitos SINAIS DOS TEMPOS!

Antes de postar o artigo deixo uma mensagem aos que nos atacam e acusam de inúmeros pecados, entre eles, desobediência, julgamento, cisma, etc... 

Para isso vamos recorre à Santa Tradição com o ensinamento de um de nossos Santos.


" Não se pode seguir um papa que ensine doutrina errada e contraditória, ante deve-se se opor a ele e sabotar-lhe os planos" - S. Roberto Belarmino

Apenas para constatar e avisar aos "desavisados de plantão": Não somos sedevacantistas, muito menos cismáticos ou excomungados, somos Católicos fiéis à Roma Eterna e não à Neo-Roma erigida pelo modernismo insano! Rezemos para que Pedro seja fiel a cristo e não continue o negando (e dessa vez Pedro nega Jesus muito mais de vezes)...

Que Nossa Senhora da Guia possa nos conduzir à Verdade, assim como conduziu o menino Jesus desde a mais tenra idade.


Ataíde Maria - Indigno escravo de Maria Santíssima!

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“Em 2005, um 'crucifixo' deformado, feito pelo escultor judeu Enrico Job para celebrar a visita de João Paulo II a Brescia, foi erguido próximo à aldeia vizinha de Cevo.
O 'crucifixo' deformado, que trazia uma imagem dependurada de Cristo, subia de uma base de chamas de metal esculpidas e não para cima em direção ao céu, mas arqueava para frente, caindo em direção ao chão, talvez como símbolo da teologia antropocêntrica deformada de João Paulo II.


Naquela ocasião, João Paulo II pronunciou um discurso no qual teve como certa uma futura “beatificação” e “canonização” de Paulo IV, que presidiu ao antropocêntrico, em vez de teocêntrico, Concílio Vaticano II.

O ‘crucifixo’ de Cevo daquele dia em diante tornou-se um símbolo da intenção e determinação da Igreja Conciliar de ‘canonizar’ Paulo VI, cuja ‘beatificação’ está marcada para outubro de 2014.



Em 24 de abril de 2014, apenas três dias antes das ‘canonizações’ de João XXIII e João Paulo II, esse símbolo horroroso que ofende a Redenção de Cristo e o mais sagrado sinal da Fé quebrou-se e espatifou-se.

O ‘crucifixo’ deformado, erguido em homenagem a João Paulo II e ‘dedicado’ por ele a Paulo VI, rompeu-se e veio abaixo, matando um jovem que vivia em uma rua curiosamente chamada João XXIII.”



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