A Imaculada Conceição é dogma, a Conceição da Virgem Maria sem mancha ("macula" em latim) do pecado original. O dogma diz que, desde o primeiro instante de Sua existência, a Virgem Maria foi preservada por Deus, da falta de graça santificante que aflige a humanidade, porque Ela estava cheia de graça divina. Também professa que a Virgem Maria viveu uma vida completamente livre de pecado. Foi solenemente definida como dogma pelo Papa Pio IX em sua bula Ineffabilis Deus em 8 de Dezembro de 1854.
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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
08 de dezembro dia da Festa da Imaculada Conceição
A Imaculada Conceição é dogma, a Concepção da Virgem Maria sem mancha (“macula” em latim) do pecado original. O dogma diz que, desde o primeiro instante de Sua existência, a Virgem Maria foi preservada por Deus, da falta de graça santificante que aflige a humanidade, porque Ela estava cheia de graça divina. Também professa que a Virgem Maria viveu uma vida completamente livre de pecado. Foi solenemente definida como dogma pelo Papa Pio IX em sua bula Ineffabilis Deusem 8 de Dezembro de 1854.
A alma, ou o Coração Imaculado de Maria no mistério da Imaculada Conceição é puro, e sem mácula, destituído entretanto de qualquer adorno; antes se assemelha com um vaso riquíssimo transbordando de todas as espécies de tesouros e preciosidades da ordem sobrenatural; obra-prima de Deus, maravilhosa da terra e do céu, da natureza e da graça de Deus e a complacência do divino artífice Seu Criador.
A Imaculada Conceição projeta raios de luz em todas as direções: raios de glorificação a Deus, sobre a SS. Trindade, cuja essência e bondade tão admiravelmente revela; raios de louvor e honra sobre Maria, cujas prerrogativas e santidade tão prestigiosamente desvenda; raios de bênção, de graças e de consolações para o mundo, tão necessitado de uma Mãe e poderosa protetora.
Na Imaculada Conceição encontramos o auxílio para adquirir esta graça e a conservar. É para nós o penhor da esperança, da consolação, do conforto e da vitória, como o tem sido para a humanidade desde o princípio da sua existência. À Virgem Imaculada recorramos, quando a tentação de nós se aproxima. Neste sinal, terrível que é para o inferno, e para nós prometedor, teremos a vitória final e a salvação.
“Tota pulchra es Maria, et macula originalis non es in te”.
Toda sois formosa, sem a mancha do pecado original.
Sacramentais relacionados com a Imaculada Conceição da Santíssima Virgem:
Medalha Milagrosa: “Ó Maria Concebida Sem Pecado, rogai por nós que recorremos a Vós.” – Sobre a medalha milagrosa indicamos que leia o artigo publicado sobre a falsa medalha milagrosa. Clique aqui.
Escapulário Verde: “Imaculado Coração de Maria rogai por nós agora na hora de nossa morte.”
Escapulário Azul: O Escapulário Azul teve sua origem com a aparição de Nossa Senhora Imaculada Conceição acontecida em dois de fevereiro de 1617 a Venerável Irmã Úrsula Benincasa, fundadora das irmãs Teatinas na cidade de Nápoles Itália. O Escapulário Azul é dado por Nossa Senhora a Irmã Úrsula com o breve pedido de difundi-lo entre todos os fiéis que creem em Sua proteção maternal e prometendo a todos que usarem com devoção os seguintes privilégios:
1- Estarão todos cobertos pelo Seu manto Sagrado;
2- Terão Sua defesa contra todas as armadilhas do inimigo que nos conduzem ao pecado;
3- Indulgências plenárias e parciais, tanto na vida quanto na morte;
4- Cura nas enfermidades;
5- Fortaleza de fé diante das dificuldades;
6- Uma boa morte assistido pelos sacramentos da unção e reconciliação;
7- Sabedoria e a luz de Deus nos momentos difíceis;
8- A defesa de Nossa Senhora no dia do julgamento final;
9- Um escudo de graças contra todos os perigos;
10- Sua eterna intercessão junto a Jesus e muitas outras graças. Esta Aparição vem preparar o mundo inteiro para a promulgação do dogma da Imaculada Conceição de Maria pela igreja em oito de Dezembro de 1854
2- Terão Sua defesa contra todas as armadilhas do inimigo que nos conduzem ao pecado;
3- Indulgências plenárias e parciais, tanto na vida quanto na morte;
4- Cura nas enfermidades;
5- Fortaleza de fé diante das dificuldades;
6- Uma boa morte assistido pelos sacramentos da unção e reconciliação;
7- Sabedoria e a luz de Deus nos momentos difíceis;
8- A defesa de Nossa Senhora no dia do julgamento final;
9- Um escudo de graças contra todos os perigos;
10- Sua eterna intercessão junto a Jesus e muitas outras graças. Esta Aparição vem preparar o mundo inteiro para a promulgação do dogma da Imaculada Conceição de Maria pela igreja em oito de Dezembro de 1854
Alguns Santos de Nossa Igreja usaram e propagaram esse Sacramental, onde destacamos três:
Santo Afonso Maria de Ligório – Santo intercessor da Associação Católica Pio XII, foi sem dúvida o maior promotor dessa Devoção Mariana, ele usava e ensinava aos seus discípulos como gozar das promessas de Nossa Senhora. Inclusive para quem já leu a obra Glórias de Maria, pode observar que ele escreve uma pequena reflexão sobre o Escapulário Azul na citada obra.
São Domingos Sávio – usava constantemente o Escapulário Azul, fundando em 08/06/1856 uma irmandade da Imaculada Conceição difundindo assim esta devoção ao Escapulário Azul.
Papa São Pio X – o usava com muita devoção sobre o peito, sinal constante de seu amor a Maria.
São Domingos Sávio – usava constantemente o Escapulário Azul, fundando em 08/06/1856 uma irmandade da Imaculada Conceição difundindo assim esta devoção ao Escapulário Azul.
Papa São Pio X – o usava com muita devoção sobre o peito, sinal constante de seu amor a Maria.
Leitura da Epístola
Provérbios 8,22-35
22 O Senhor me criou, como primícia de suas obras, desde o princípio, antes do começo da terra. 23 Desde a eternidade fui formada, antes de suas obras dos tempos antigos.24 Ainda não havia abismo quando fui concebida, e ainda as fontes das águas não tinham brotado. 25 Antes que assentados fossem os montes, antes dos outeiros, fui dada à luz; 26 antes que fossem feitos a terra e os campos e os primeiros elementos da poeira do mundo. 27 Quando ele preparava os céus, ali estava eu; quando traçou o horizonte na superfície do abismo, 28 quando firmou as nuvens no alto, quando dominou as fontes do abismo, 29 quando impôs regras ao mar, para que suas águas não transpusessem os limites, quando assentou os fundamentos da terra, 30 junto a ele estava eu como artífice, brincando todo o tempo diante dele, 31 brincando sobre o globo de sua terra, achando as minhas delícias junto aos filhos dos homens. 32 E agora, meus filhos, escutai-me: felizes aqueles que guardam os meus caminhos. 33 Ouvi minha instrução para serdes sábios, não a rejeiteis. 34 Feliz o homem que me ouve e que vela todos os dias à minha porta e guarda os umbrais de minha casa! 35 Pois quem me acha encontra a vida e alcança o favor do Senhor.
22 O Senhor me criou, como primícia de suas obras, desde o princípio, antes do começo da terra. 23 Desde a eternidade fui formada, antes de suas obras dos tempos antigos.24 Ainda não havia abismo quando fui concebida, e ainda as fontes das águas não tinham brotado. 25 Antes que assentados fossem os montes, antes dos outeiros, fui dada à luz; 26 antes que fossem feitos a terra e os campos e os primeiros elementos da poeira do mundo. 27 Quando ele preparava os céus, ali estava eu; quando traçou o horizonte na superfície do abismo, 28 quando firmou as nuvens no alto, quando dominou as fontes do abismo, 29 quando impôs regras ao mar, para que suas águas não transpusessem os limites, quando assentou os fundamentos da terra, 30 junto a ele estava eu como artífice, brincando todo o tempo diante dele, 31 brincando sobre o globo de sua terra, achando as minhas delícias junto aos filhos dos homens. 32 E agora, meus filhos, escutai-me: felizes aqueles que guardam os meus caminhos. 33 Ouvi minha instrução para serdes sábios, não a rejeiteis. 34 Feliz o homem que me ouve e que vela todos os dias à minha porta e guarda os umbrais de minha casa! 35 Pois quem me acha encontra a vida e alcança o favor do Senhor.
Sequência do Santo Evangelho
São Lucas 1, 26-28
26 No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, 27 a uma virgem desposada com um homem que se chamava José, da casa de Davi e o nome da virgem era Maria. 28 Entrando, o anjo disse-lhe: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.
26 No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, 27 a uma virgem desposada com um homem que se chamava José, da casa de Davi e o nome da virgem era Maria. 28 Entrando, o anjo disse-lhe: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário
Rezem todos os dia Santo Rosário
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Visto em:
domingo, 9 de dezembro de 2012
A Imaculada Conceição de Nossa Senhora

“Eu estabeleço uma inimizade entre ti e a mulher, entre tua posteridade e a posteridade dela”. (Gênesis III, 15)
Designa-se há muito tempo, com o nome de Protoevangelho, essa passagem do terceiro capítulo do Gênesis no qual Deus, surpreendendo nossos primeiros pais, Adão e Eva, logo após terem pecado, fulminou o castigo merecido contra o demônio, que os havia instigado à desobediência.
Um grande número de autores defende que a mulher e sua posteridade abençoada designam direta e exclusivamente a Virgem Maria e o fruto de seu ventre, Nosso Senhor Jesus Cristo.
Esta opinião é a que prevaleceu na bula de definição do dogma da Imaculada Conceição:
“Assim a Santíssima Virgem, unida com Cristo em um vínculo estreitíssimo e indissolúvel, juntamente com ele e por ele, exercendo uma eterna inimizade contra a serpente venenosa e triunfando plenissimamente dela, esmagou sua cabeça com seu pé imaculado” (Pio IX, bula Ineffabilis Deus).
Também na bula Munificentissimus Deus, de Pio XII, que proclamou no dia 1 de novembro de 1950 o dogma da Assunção, lemos que:
“É necessário, antes de tudo, nos lembrarmos de que desde o segundo século a Virgem Maria fora unida pelos Padres ao novo Adão como a nova Eva, sobre um plano inferior, mas em uma união estreita com ele, no combate contra o inimigo infernal. Ora, este combate, como é anunciado com antecedência no Protoevangelho, devia terminar numa vitória plena sobre o pecado e a morte, que estão sempre associados nos escritos do Doutor das nações [São Paulo]”.
O Protoevangelho esboça, então, o plano divino de redenção do mundo.
O decreto da cólera divina
O decreto de cólera que Deus pronunciou nesta circunstância nos faz odiar o pecado e louvar sua misericórdia.
Esforcemo-nos por imaginar a consternação e o terror que tomaram Adão e Eva neste momento decisivo, e que os deixa imóveis sob o olhar de Deus ofendido, de quem eles buscaram fugir inutilmente.
Eles vêem sua condenação, os bens que perderão, a infelicidade que pesará sobre eles, os males que envolverão toda sua posteridade.
A única causa de tudo isso?
O pecado.
Pecado que se apresentou com a aparência de um conhecimento novo, de um fruto agradável!
Temos aqui uma verdade inegável: todo sofrimento provém do pecado. É por ele que a morte entrou no mundo (Romanos V, 12), e a morte é o modelo de todo mal temporal.
A consternação de Adão e Eva, após o pecado, nos oferece uma imagem bem viva do desencantamento que costuma seguir ao pecado, sobretudo daqueles cometidos por sensualidade. É uma viva imagem, sobretudo, do desespero irremediável que virá sobre o pecador quando, após esta vida, ele se apresentar diante de Deus, que ele não temeu nesse mundo!
Reconheçamos no pecado o grande inimigo de nossa felicidade, e que esta persuasão seja viva o suficiente para nos afastar de toda fascinação pelo mal.
Mas guardemos bem isto: este princípio vale para o pecado mortal e para o pecado venial. O caminho do pecado venial, das negligências voluntárias e da tibieza é um caminho oposto ao da felicidade.
Consideremos também como Deus tem razão de estar irado.
Quantos bens e dons desprezados! Que lei fácil e justa, transgredida pelos nossos primeiros pais!
Porém, antes do castigo, Deus faz entrever sua graça, prometendo a luz que dissipará as trevas.
Como é admirável a imensidade da misericórdia divina em relação a nós!
Devemos corresponder a esta misericórdia com uma confiança total, mesmo após nossas quedas. Vejamos que foi, depois da grave transgressão de Adão, antes da vinda de Cristo e sem ter sido implorado – pior ainda, ouvindo as fracas justificativas de Adão e Eva após terem pecado – que Deus se obrigou a nos dar um Redentor, através uma promessa de misericórdia e perdão.
O estabelecimento da inimizade
Insistamos a respeito da hostilidade entre a mulher e a serpente.
Vejamos o que ela nos ensina sobre a Virgem Maria e aproveitemos o ensinamento que contém para nós.
Colocando em destaque a inimizade que Ele constituirá entre uma mulher e o demônio, Deus revela que virá uma mulher cuja marca característica será a de estar em guerra contra Satanás.
Uma tal guerra implica uma separação radical, uma oposição completa e perpétua.
Ora, o demônio personifica a tentação e o pecado, porque nos instiga a cometê-los.
Esta futura mulher, consequentemente, se distinguirá por estar totalmente livre do pecado e imune de toda tentação.
Seria possível que esta mulher começasse sua existência contraindo o pecado original, contra o qual Deus havia garantido uma revanche gloriosa?
Eis como a inimizade predita entre a mulher e a serpente implica na Imaculada Conceição de Nossa Senhora.
Eis como, desde o começo, a esperança do mundo foi a esperança de ver nascer uma mulher preservada do pecado original.
Notemos como a grande consolação do gênero humano foi prometida sob a forma de uma hostilidade e de uma guerra.
Nosso papel nesta vida não é o de ter uma paz mentirosa e cheia de armadilhas, mas o de lutar energicamente contra o demônio e seu espírito – o espírito do mundo – para ter uma consolação mais nobre, que vem do esforço generoso e da vitória.
Mas esta luta deve ser feita com o sustento de uma fervorosa devoção para com a Sempre Virgem Maria. Todos os atos de amor que oferecemos a Ela são uma declaração de guerra ao nosso inimigo mortal.
O anúncio da vitória
Esta hostilidade anunciada por Deus é uma inimizade vitoriosa. Ela irá até um triunfo completo: a serpente infernal terá sua cabeça esmagada.
Porém, esta vitória possui duas características:
a) A mulher será vitoriosa na sua posteridade abençoada. Ela triunfa porque é a Mãe de um Filho a quem foi dado esmagar a cabeça da serpente. Nossa Senhora deverá tudo a Jesus Cristo e aos seus méritos.
Mas este aspecto da vitória, se é glorioso para o Filho, também o é para a Mãe. A Virgem Maria pertence menos à descendência dos seus primeiros pais, vítimas do inferno e de suas armadilhas, e é antes o princípio de um novo Adão, triunfador do demônio.
Sendo filha do primeiro Adão, Ela deveria herdar o triste pecado original. Mas sendo a Mãe do Libertador e associada a Ele, Ela não deve começar pela servidão.
A necessidade do contágio deve ceder diante da necessidade superiora da imunidade.
Moralmente unida a Jesus, Maria deve ser Imaculada.
A vitória vem depois de lutas e se encontra misturada com derrotas parciais, que a linhagem da mulher irá, conforme a imagem da Sagrada Escritura, padecer no seu calcanhar.
Vemos esta derrota parcial, este calcanhar ferido, na humanidade de Cristo pregado na cruz, na traição dos hereges, nas impiedosas injúrias feitas contra Nossa Senhora, na triste perda das almas arrastadas na revolta fatal do demônio.
Mas o demônio não ferirá nem Deus mesmo, nem seus anjos, nem seus santos. Deus só é vulnerável nas suas criaturas humanas e Ele só permite que elas sejam machucadas no calcanhar, ou seja, durante a curta provação desta vida terrena, no corpo e nos bens exteriores. Na alma, somente se elas o consentem voluntariamente, deixando-se seduzir.
Mais ainda: os sucessos do inimigo são compensados por vitórias esmagadoras.
A cruz de Cristo esmaga a cabeça da serpente, as heresias levam à proclamação dos dogmas, as ofensas lançadas contra a Santíssima Virgem abrasam o zelo de seus filhos e faz com que suas prerrogativas sejam vistas claramente, a derrota dos maus faz com que seja manifestada a virtude e a felicidade dos bons.
Temos uma nobre segurança, que deriva de uma superioridade invencível. Enquanto estivermos com Nossa Senhora e nossa Mãe, poderemos desafiar nossos inimigos.
No meio de tantas tribulações pelas quais passa a Igreja, é um pensamento de grande conforto!
Mas pensemos também que estas feridas no calcanhar atingem nossos irmãos, nossos próximos. Com Nossa Senhora estamos seguros, mas isto não pode nos deixar indiferentes à infelicidade deles.
Combatamos com Nossa Senhora contra a serpente infernal, fazendo o que pudermos para colocar os que estão à nossa volta sob Seus cuidados. Ensinemos a verdadeira devoção a Nossa Senhora, movamos os outros homens a conhecer e a amar a Santíssima Virgem, a qual retribui com generosidade incomparável, até mesmo o menor louvor que lhe damos.
Não há outro caminho mais fácil de salvação: “Ela esmagará tua cabeça”.
Créditos ao excelente blog: catolicosribeirao.blogspot.com
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