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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Dez boas razões para dizer não à Televisão




1° A televisão certamente é a maior empresa de subversão e de contaminação. Apanha ao homem em seus pontos fracos: seus gostos, sua atração desordenada pela curiosidade e seu incomensurável orgulho. O mundo precipita-se dentro de sua casa, desfila nela durante todo o dia com toda sua violência, seus excessos, suas depravações: é uma verdadeira violação de domicílio. Uma vez apertado o botão de PLAY, se vêem filmes prejudiciais, emissões de “shows de variedades debilitantes”, informações deformadas ou incompletas etc..

 A Família é destruída ou dividida: o ritmo de vida de um lar fica totalmente submetido aos horários das transmissões, às que “não se pode perder”. Tudo se organiza em torno do comando do controle remoto, que usurpa o lugar do Rosário em Família.

3° A compra de uma Televisão, a assinatura de TV a cabo... Tanto dinheiro mal gasto, enquanto há tantas boas obras que necessitam de nossa ajuda.

 “Mas às vezes há bons programas!”. Certamente! Como conseguiriam fazer passar todos os demais horrores, sem estes “bons programas” que estão ali como iscas aos recalcitrantes? Além disso, por algo de bom que se possa ver – mas que não é essencial – quantas outra inúteis, insípidas, amorais e imorais,toleram-se? Quantos horrores?

 Não é conforme as necessidades de nenhuma idade ver um espetáculo todas as noites. O filme de todas as noites é a diversão cotidiana que diminui o gosto pelo esforço.

6° Imaginem todas as noites em sua casa um indivíduo desconhecido que falasse sem parar, que monopolizasse todas as conversações, que impedisse todas as respostas, a quem se aceitasse todas suas proposições sem dizer sequer uma palavra, que fosse o “REI” da noite!. Digam- me se este intruso não é, na realidade a deprimente televisão?

 Ainda se fosse boa, ainda que fosse excelente, a televisão sempre seria um perigo, como um corpo estranho à célula familiar.

 A televisão (graças a seu diretor, o príncipe deste mundo, Satanás), sob as aparências de informação, de abertura ao mundo, de amplitude de espírito, contribui poderosamente para solapar as certezas da Fé, arruinar as convicções cristãs, dissolver as consciências, dissecar os corações, as almas e as inteligências.

 A televisão atrai; pois desde o pecado original ao homem é mais fácil esparramar-se em um sofá, com os pés sobre a mesa de centro, com uma vasilha de guloseimas sobre o ventre e um copo de refrigerante na mão, diante de uma tela de TV, sem fazer nada, ao invés de ler e meditar a vida de Nosso Senhor para imitar-lhe melhor, ou rezar de joelhos o Rosário pedindo pela conversão dos pobres pecadores e a salvação das Almas.

10° Reflitam, Rezem e escutem o que veio dizer-nos Nosso Senhor Jesus Cristo, o verbo encarnado, isto é, o próprio Deus: “Eu sou o caminho, a Verdade e a Vida”; “entrai pela porta estreita, pois larga é a que leva à perdição e são numerosos os que passam por ela”; “quão estreita é a porta e o caminho que leva à Vida,e são poucos aqueles que a encontram” “buscai primeiro o reino de Deus e sua justiça, e o resto se lhe dará por acréscimo”

Vamos Famílias Católicas! Sua televisão é para vomitar! Joguem-na fora! 

REVISTA “IESUS CHRISTUS” N° 89(FSSPX DISTRICTO AMERICA DEL SUR)
Tradução – Ir. Pedro Obl. Sec. O.S.B.

FONTE:

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

A Santa Família



José acolheu com delicadeza esse grande sentimento e respondeu com o mesmo amor. O amor entre eles era tão sublime que já podia pertencer ao nível dos anjos. José nunca reclamou para si satisfações humanas, sempre disponível a advinhar os desejos de Maria Santissima, era sempre pronto a todas as necessidades.

José sentiu muita alegria a ver o seu filho crescer, dia após dia, abraçando-o, sabendo bem quem ele era. Com amor ele cuidava de toda a família, não economizando fadiga.

Quando chegou o tempo de fugir para o Egito, não teve dúvidas ou tenteamentos, deixou tudo aquilo que tinha, inclusive a segurança de como manter a família, para salvar seu filho. Muitos não dão o devido valor do seu papel como pai e todo o seu empenho para com a familia.

Mestre de integridade, José soube ser um exemplo para todos os pais de família, demonstrou que era possível amar ardentemente, mas de um amor para com o núcleo familiar sem pretender nada para si: a alegria era a luz reflexa do perfume das virtudes.

Cada família deveria pegar como exemplo esta Santa Família daquela época. Quantos casais interpretam o próprio papel como o mais importante, desenvolvendo o amor egoístico para o proprio prazer; assim acusam o outro, enquanto não fazem nada para compreende-lo.

Os filhos são como botões de rosas. E’ necessário que o jardineiro as regue adequadamente e o sol as aqueça, a fim de que com o tempo a flor se abra no seu esplendor emitindo o seu suave perfume. Mas se os botões vêem abandonados, as ervas daninhas procurarão sofocá-los e a falta de água, antes ou depois, os farão morrer; para eles não tem saída, sozinhos não conseguirão sobreviver.

Assim é para os nossos meninos, eles são belissimos botões e atendem de abrir-se; é necessário porém regá-los com a luz da verdade e aquecê-los com o sol do amor. Vocês devem dedicar muito cuidado a eles, a fim de que as ervas daninhas dos vícios e das falsas inclinações não os sufoquem. Mas se de um lado devem se preocupar pelo crescimento humano deles, do outro lado devem se empenhar pelo crescimento espiritual e moral deles, para transferir aquela luz que permitirá a eles de caminhar em direção à justa estrada. Quantas mães e pais não fazem faltar nada ao filho, doando até o supérfluo, achando que assim estão doando a ele, a felicidade.

No dias de hoje, quantos são numerosos os rapazes, os meninos infelizes que atendem dos pais a única coisa preciosa, o amor, o afeto e um guia seguro para o caminho a seguir.

A família é o amor conjugal que recai sobre os filhos e se fecha no núcleo familiar. O botão se transforma em flor, alimentado pelo amor dos pais, o seu perfume será mais ou menos intenso na proporção das virtudes que se conseguiu cultivar juntos.

Família, sublime oportunidade de crescimento para todos os seus membros, é o amor que chama amor e no amor a alegria de doar e de ver os frutos. Se às vezes a fadiga fará descer lágimas de suor, serão gotas para alimentar a vontade de proseguir e crescer juntos.

Se um dos membros não quer exercitar o seu dever ou é incapaz de doar porque está ainda fechado no seu egoísmo, pouco importa aos outros membros que sabem amar, o ajudarão a crescer.

Maria e José eram unidos docemente na alegria e na dor pelo seu filho tão amado que se entregaram de corpo e alma: Jesus era o sol deles. Souberam acudir docemente o botão deles, regando dia após dia com as suas virtudes e aquecendo-o com o amor deles. Devemos fixar eles com confiança, devemos pedir ajuda e eles virão a nós como se fossemos seus filhos, ampararão nos e nos darão o desejo de crescer e de acudir os nossos botões, se tivermos. Farão nos experimentar na família aquele desejo de amar o que somente os anjos possuem.

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