terça-feira, 25 de março de 2014

Renovação Carismática Católica - Semente de Destruição VI

Firme Estabelecimento no Solo da Igreja. As Autoridades



Apesar das  várias tentativas dos Carismáticos de tomar endossamentos pessoais de altos membros da Hierarquia e transformá-los em aprovaçõs oficiais da Igreja, tais aprovações no entanto nunca existiram. Os Papas Paulo VI e João Paulo II receberam os Carismáticos várias vezes em audiência pública e falou deles em seus pronunciamentos em várias ocasiões; como em 1990 quando o Conselho Pontifícial para Leigos reconheceu a Fraternidade Católica de Comunidades de Aliança ( uma organização Carismática internacional), como uma associação privada de leigos. Apesar disso, nenhum pronunciamento oficial foi feito sobre a RCC. Na verdade, os Carismáticos, como todos os Católicos liberais, tendem a atribuir uma pseudo-infalibilidade a pronunciamentos papais não-oficiais quando esses são a seu favor, ao mesmo tempo que descartam completamente condenações oficiais  e até mesmo dogmáticas relativas a muitas de suas práticas e crenças nada ortodoxas.
            Apesar disso, podemos dizer que não existe escassez de adeptos do Movimento Carismático em nenhum nível da hierarquia ou do clero. Diáconos, padres, bispos, cardeais e papas tem sido e são grandes entusiastas pela causa Carismática, isso quando não são membros diretos da RCC. Que esse povo, supostamente bem treinado em Ciências Sagradas, se deixe levar pelo sensacionalismo de um movimento sem nenhuma base doutrinária para suas crencas e práticas, não deixa de ser algo digno de reprovação.
            Os "estudos quase- oficiais" da Conferência Nacional de Bispos Católicos nunca foram aceitos por aquele mesmo órgão como sendo posições oficiais. Eles foram aceitos apenas como "Diretrizes Pastorais" para dioceses individuais. O relatório de 1969 alegava que:
 Teologicamente o movimento possui razões legítimas  para sua existência. Ele possui uma forte base bíblica. Seria difícil inibir a obra do Espírito a qual se manifestou tão abundantemente na Igreja Primitiva... Temos que admitir no entanto que tem havido abusos ( no uso dos assim chamados carismas), mas a cura não é a negação da existência dos mesmos e sim o seu uso adequado.
              A conclusão do relatório de 1969 recomenda que se permita que o  movimento se desenvolva sob supervisão episcopal e com a participação sacerdotal.
            É interessante notar que, aqui os bispos aceitam sem questionar uma das mais perigosas afirmações da RCC, ou seja, que o fenômeno atual, o qual se parece com a descrição dos verdadeiros carismas contidas no Novo Testamento, são verdadeiros carismas simplesmente devido a esta semelhança e que o Espírito Santo seria o autor do fenômeno atual, simplesmente em virtude do fato de que Ele era o mesmo autor dos verdadeiros carismas há quase 2000 anos atrás. Infelizmente para seu próprio prejuízo , bem como da inteira Igreja, eles sequer cogitam na possibilidade de que esse fenômeno extraordinário ( o qual a RCC está tentando transformar em ordinário) possa ser apenas mais um engano do demônio, o qual não se importa de que tais pessoas até orem mais levados pela empolgação e pelo sensacionalismo, se depois tudo isso contribuir para levá-los direto para o Inferno.
Em 1975, os Bispos dos Estados Unidos lançaram um documento chamado "Declaração sobre a Renovação Carismática Católica", o qual se definia como  um documento "de cunho pastoral no tom e no conteúdo" e não como um "estudo exaustivo". Esse documento reconhece alguns dos perigos inerentes ao Movimento:elistismo, fundamentalismo bíblico, exagero na importância dos dons, indiscriminado ecumenismo e as assim chamadas "pequenas comunidades de fé".Por outro lado, encoraja a liderança e as orientações do movimento. É interessante notar que os bispos especificamente não se comprometem em dizer que a RCC é obra do Espírito Santo, embora admitam sinais encorajantes disso em algumas passagens.
            Provavelmente o mais famoso advogado da RCC entre a hierarquia foi Sua Eminência, Cardeal Jozef Suenens, Arcebispo Emérito de Malines-Bruxelas, o qual, incidentalmente, foi uma das vozes liberais mais proeminentes durante o Concílio Vaticano II. No ano subsequente à sua aposentadoria em 1979, Cardeal Suenens passou o tempo todo viajando e escrevendo incessantemente em apoio à RCC. Por volta do 25 aniversário da RCC, Cardeal Suenens escreveu o seguinte trecho em seu artigo comemorativo:

"Os cristãos de hoje têm que redescobrir o coração da mensagem cristã; eles foram suficientemente "sacramentalizados"; mas não foram suficientemente "evangelizados". Temos agora que encarar a tarefa de redescobrir e explicar o que realmente faz um cristão. Devemos ajudar os cristãos a se tornarem cada vez mais e continuamente cientes de sua fé e a vivê-la de um modo mais pessoal. Muitos devem portanto trocar aquele cristianismo sociológico ou herdado, por uma vida de fé mais plena e ativa, baseada em uma decisão pessoal e abraçada com completa consciência."
              Como a maioria das declarações dos liberais, esta também é ambígua o bastante para ser interpretada de modo ortodoxo; todavia, a terminologia nitidamente protestante é algo que não passa despercebido por ninguém.
            O discurso do Papa João Paulo II, por ocasião do 6 aniversário da RCC em 1987, acabou por endossar de modo inacreditável a idéia tácita mencionada pelos Bispos americanos (a qual mostraremos que tem suas raízes no fenomenalismo) de que o Movimento se encaixa no "Espírito do Vaticano II", bem como sua constante preocupação com a vinda do Novo Milênio:

"O vigor e os frutos da Renovação certamente atestam a poderosa presença do Espírito Santo na Igreja durante esses anos que se seguiram ao Concílio Vaticano II. Graças ao Espírito, a Igreja mantém constantemente sua juventude e vitalidade. E a Renovação Carismática é uma eloquente manifestação dessa vitalidade nos dias de hoje, uma vigorosa afirmação do que "o Espírito está dizendo às Igrejas"(Apoc. 2.7), na medida que vamos nos aproximando do fim do segundo milênio."
              De qualquer modo, podemos dizer que um dos frutos positivos da total crise de autoridade na qual os católicos de hoje encontram-se imersos, é a sede saudável por conhecer mais sobre  a história da Igreja e estudar os documentos de seu Magistério. A sabedoria comprovada dos Padres e Doutores da Igreja, Prelados genuinamente guiados pelo Espírito Santo, é de uma profundidade bem clara e de uma poderosa acuracidade. O surgimento de seitas "espiritualistas" é algo que já havia acontecido antes na história da Igreja, e um breve exame de como os modernos homens de Igreja lidam com elas, serve-nos para obter um melhor entendimento da situação atual.
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segunda-feira, 24 de março de 2014

Se os Bispos tivessem ouvido São Pio X



Renovação Carismática Católica - Semente de Destruição V


Transplante Católico. 
              Em 1967, durante aqueles primeiros tempos de euforia pós-Vaticano II, uma época agitada  pelo frenesi ecumênico e apostasia generalisada, alguns estudantes da Universidade de Duquesne em Pittsburg começaram a se expor às influências pentecostais devido à sua aridez espiritual. Eles estavam com "inveja" das "vidas modificadas" de seus muitos amigos protestantes e decidiram então orar pedindo graças idênticas. Uma espécie de retiro de fim de semana foi a chave providencial para os seus questionamentos. Várias pessoas se aproximaram de vários ministros protestantes, leigos e grupos de oração protestantes; e todos receberam o tal "batismo no Espírito" depois de terem tido mãos heréticas impostas sobre eles em oração.
            A importância dessa ação não deve ser subestimada. Esses Católicos se submeteram a um rito não-católico de caráter quase sacramental_ obviamente uma troça do Sacramento da Confirmação_ e toda a vibração emocional proporcionada por esse pecado ( objetivamente falando, naturalmente) convenceu-os da santidade da inteira experiência. Eles saíram dali como "Católicos Carismáticos" e sua influência se espalhou igual fogo selvagem por todo o país- primeiramente nos campus de colégios e depois pelo mundo inteiro.
            Se existe um bom argumento para se ouvir a Igreja, esse é um deles. A Igreja  por quase 2000 anos, sempre alertou seus filhos para manterem distância de "cultos" heréticos, porque ela sabe muito bem as consequências de tal pecado, tanto para os indivíduos envolvidos como para o Corpo Místico como um todo. Apesar disso a RCC não só admite como impertubavelmente louva, suas raízes ecumênicas e protestantes!
            A conclusão tácita é que a Igreja- O Corpo de Cristo- perdeu a maior parte da Fé, enquanto o Espírito Santo mantinha essa mesma fé dentro do Protestantismo. Portanto, os protestantes é que estariam restaurando à Igreja o seu patrimônio perdido. Esse é um posicionamento tão falso quanto audacioso, o que claramente cai em contradição com dois Dogmas de Fé: extra ecclesiam nulla salus = fora da Igreja não há salvação, e aindefectibilidade da Igreja. Ambos serão tratados minuciosamente mais a seguir.
            Hoje em dia, praticamente em cada diocese existe um órgão oficial da RCC. Existem grupos de oração carismática, seminários, convenções, retiros, etc. Tudo isso espalhado pelo país e pelo mundo inteiro. Nenhum nível da hierarquia está livre do contingente carismático, e eles são numerosos também entre o clero- especialmente entre o clero regular ou secular. Como procuraremos demonstrar, nem sequer Roma está imune à influência dos Carismáticos.

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domingo, 23 de março de 2014

Renovação Carismática Católica - Semente de Destruição IV



   Breve História do Movimento
            Raízes Protestantes
              Apesar de muitos carismáticos tentarem atribuir suas chamadas "manifestações do Espírito" `a ininterrupta Tradição Apostólica, eles acabam sempre por fracassar nesse intento. Alguns chegam ainda a sustentar que o fenômeno cessou por causa  de uma atitude "sufocante e burocratizante "por parte da Hierarquia Católica. Apesar disso, o fato da existência desses carismas não ser conhecido  depois da era Apostólica, é algo que fica claramente demonstrado por essa declaração de Santo Agostinho, feita no quarto século:
 "Quem em nossos dias, espera que aqueles a quem são impostas as mãos para que recebam o Espírito Santo, devem portanto falar em línguas , saiba que esses sinais foram necessários para aquele tempo. Pois eles foram dados com o significado de que o Espírito seria derramado sobre os homens de todas as línguas, para demonstrar que o Evangelho de Deus seria proclamado em todas as línguas existentes sobre a Terra. Portanto o que aconteceu, aconteceu com esse significado e passou"
              Ao descartarmos a atribuição dos carismas à  Tradição Apostólica , devemos portanto olhar para outras direções para compreendermos a origem desse fenômeno moderno. Muitos escritores atribuem  o início do moderno  Pentecostalismo a John Wesley, o famoso ministro ex-Anglicano e fundador do Metodismo no século 18.
            O próprio Wesley, filho de um ministro Anglicano, cresceu tentando "espiritualizar" a  então ainda "muito-católica" religião Anglicana, ou seja, tentando livrar o Anglicanismo de todo o seu "ranço"católico. Ele enfatizava a necessidade de uma piedade pessoal extremamente emocional, um "relacionamento pessoal"com Deus. Um dia, depois de um período convalescendo de uma longa enfermidade, Wesley sentiu uma "sufocante" manifestação do "Espírito" e percebeu que todas as suas antigas obras religiosas não passavam de tolices. Assim "cheio do poder", batizado no Espírito, tendo recebido aquilo que ele chamava de "segunda-bênção", ele foi capaz de sair e conquistar os corações de gelo das massas de denominação Anglicana dando-lhes um sentido mais profundo da presença de Deus através de seu "Método" de "Encontros de Oração".
            O paralelo entre o nascimento do Metodismo e as orígens da RCC se tornam ainda mais evidentes quando consideramos o segundo passo no desenvolvimento do primeiro. Wesley começou o seu movimento como uma espécie de suplemento para os serviços dominicais da Igreja Anglicana. Os encontros de oração eram realizados durante a semana, normalmente com a supervisão de algum membro do clero. Mas logo logo as autoridades Anglicanas começaram a ficar apreensivas com o rumo que os Metodistas estavam tomando e assim recusaram-se a designar mais elementos do clero para acompanhá-los. Como consequência, Wesley e seu movimento romperam com a hierarquia Anglicana, fundando sua própria igreja, sob sua própria autoridade, embora nunca tendo renunciado ao seu "sacerdócio anglicano". O número de apóstatas Católicos, cuja apostasia_ formal ou material_ é devida à RCC sem dúvida é significante, pois qualquer um sabe que uma igreja pentecostal ou carismática é formada quase em sua totalidade por apóstatas católicos.
            O Pentecostalismo propriamente dito, teve início com o movimento Revivalista ou de Reavivamento, o qual desovou entre outras, a seita do reverendo Charles Parham em Topeka, Kansas por volta do ano de 1900. Os Católicos Carismáticos atribuem o início do "Derramamento do Espírito" nos tempos modernos a essa seita herética. Uma breve sinopse da história dessa seita pode ser encontrada no livro de William Whalen chamado "Minorias Religiosas na América":

O aparecimento da glossolalia ( falar em línguas) foi registrado em 1901. Charles Parham, um pregador do movimento da Santidade, andava desanimado com sua própria aridez espiritual. Ele alugou então uma mansão que mais parecia um "elefante branco" em Topeka, Kansas, e ali começou uma escola bíblica com cerca de 40 alunos. Juntos eles começaram uma espécie de curso intensivo das Escrituras e chegaram à conclusão de que falar em línguas era o sinal de que um cristão havia recebido o batismo no Espírito Santo. Às 7 horas da tarde, numa véspera de Ano Novo, uma de suas alunas, Agnes N. Ozmen, começava a reunir o grupo para orar e quando foram-lhe impostas as mãos, ela começou a orar em línguas. Dentro de poucos dias, muitos outros a seguiram na experiência.
              Pahram passou os cinco anos seguintes levando uma vida de pregador intinerante antes de abrir outra escola bíblica, desta vez em Houston no Texas. Um de seus alunos, um ministro negro chamado W. J Seymore, levou a mensagem do "evangelho-pleno" à Los Angeles. Assim o movimento de Reavivamento, com apenas 3 anos de existência na Califórnia já atraía pessoas de tudo quanto é parte do país e essas pessoas se encarregaram de fundar e  espalhar o Pentecostalismo na maioria das grandes cidades dos Estados Unidos, bem como em muitos países da Europa. As antigas igrejas do movimento revivalista recusavam-se a enfatizar a necessidade de se falar em línguas, mas rapidamente dezenas de denominações pentecostais  independentes se organizaram, dando origem entre outras , às chamadas "assembléias de Deus".
Logo após esse firme estabelecimento em solo protestante, o Pentecostalismo começou a crescer rapidamente. De qualquer modo, sempre foi visto pelos escritores católicos como uma nova seita herética, nunca como "igreja-irmã". A revolução entrou na Igreja com a mudança de atitude proclamada pelo Vaticano II, uma abertura das janelas para o mundo, o que significou também uma abertura para todas as religiões do mundo- sob a guia de seu Príncipe e fundador, Satanás.

Continua...

sábado, 22 de março de 2014

Renovação Carismática Católica - Semente de Destruição III

  

Irregularidades Doutrinárias
              As implicações de tal declaração não deveriam deixar perplexo ninguém que tem um mínimo de conhecimento do Catecismo. Do ponto de vista ortodoxo e para dar ao autor o benefício da dúvida, poderíamos considerar tal declaração como uma referência ao Sacramento da Confirmação, o Sacramento pelo qual o Espírito Santo vem até nós de modo particularmente especial para nos transformar em verdadeiros cristãos e perfeitos soldados de Cristo.
            Que fosse tal pensamento relativo ao caráter sacramental, poderíamos ainda assim suspeitar de que o que eles pretendem sugerir, seria na verdade, um "oitavo sacramento" necessário para completar os outros sete. Mas muito ao contrário, os carismáticos negam qualquer clara conexão entre o "Batismo no Espírito"e os sacramentos Católicos, uma vez que  "ritos sacramentais e experiência religiosa são partes complementares da iniciação Cristã básica. E uma vez que esses aspectos da "Iniciação Cristã" são complementares, os Carismáticos não vêem nenhum motivo pelo qual não-católicos e até não-cristãos sejam excluídos da oportunidade de experimentar  ou receber os tais carismas, aqui se referindo é claro, às extraordinárias manifestações do Espírito Santo, as quais auxiliaram na expansão da Igreja Primitiva e desapareceram pouco tempo depois da Era Apostólica.
            De fato, eles sustentam que a natureza complementar das duas partes da "Iniciação Cristã" faz com que ela se torne algo facilmente reversível, ou seja, que uma pessoa não batizada pode experimentar esse "batismo no Espírito"e se tornar ipso facto, um cristão autêntico, precisando  dos "ritos sacramentais" meramente para "completar"  sua "iniciação cristã". O status dessas pessoas teoricamente seria o mesmo daqueles católicos que tendo recebido os Sacramentos, ainda esperam por uma consciente manifestação das graças invisíveis". É óbvio que muitas pessoas, mesmo os grandes Santos, nunca receberam consolações notáveis em sua Fé e muito menos manifestações extraordinárias do Espírito Santo. Portanto dizer  que uma pessoa que experimentou esse "batismo no Espírito" está de tal forma unida a Deus como ( ou até mais que) um católico piedoso e batizado que nunca vivenciou tal experiência é claramente um absurdo."
            A raiz desse absurdo é o falso entendimento de que uma experiência emocional sempre acompanha a concessão de uma graça- ou que pelo menos faz parte da "liberação da graça". Muito ao contrário, no que diz respeito à graça sacramental, frequentemente a  única indicação sensível da concessão da graça é o sinal sacramental por si mesmo.
            O Catecismo do Concílio de Trento define um sacramento como "um sinal visível de uma graça invisível, instituído para a nossa justificação". É portanto um sinal, cujo efeito é o que significa. Uma vez que todos os sinais visíveis de todos os sacramentos são completamente objetivos e estabelecidos pela Igreja de acordo com o mandamento ou inspiração de Nosso Senhor Jesus Cristo, os sentimentos pessoais de um indivíduo não tem nada a ver com a conferência da graça pelos sacramentos ( naturalmente, desde que não haja nenhuma intenção contrária).
             Objetivo: Expor as Idéias Básicas do Movimento Carismático e sua incompatibilidade com o Catolicismo.
              O "Batismo no Espírito Santo",  é o componente primário da RCC, e juntamente com a maioria dos demais, reside em falsas concepções sobre a graça, experiência e relacionamento mútuo, como é sustentado por seus seguidores. Os ítens principais da plataforma carismática, juntamente com os falsos princípios nos quais eles se apoiam, serão examinados um por um à luz da Doutrina Católica. Alguns de seus erros como o fenomenalismo, gnosticismo, ecumenismo, protestantismo e antiquarianismo ou arqueologismo, já foram tratados pelo Magistério da Igreja com profundidade. A eclesiologia defeituosa da RCC, bem como erros maiores no tocante à graça, o livre-arbítrio e os sacramentos merecerão um tratamento consideravelmente mais profundo.
            Portanto ficará claro que, apesar do entusiasmo dos modernos homens da Igreja por esse movimento, a RCC é fundamentalmente um movimento não-católico irreconciliável com 20 séculos de Magistério Católico. Depois de um breve exame de suas raízes, a inteira árvore será examinada ramo por ramo e todos os seus frutos amargos expostos, levando em consideração o mandamento apostólico: "Examinai tudo: abraçai o que é bom"( I Tess.5.21).

Continua...

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