terça-feira, 9 de junho de 2026

A lição do sonho de Tomás de Kempis sobre a Virgem Maria que transformou sua vida

 



O grande Tomás de Kempis, célebre autor considerado da obra: "A Imitação de Cristo", sendo menino, costumava todos os dias recorrer à Virgem Maria, com certas orações. Um dia, porém, delas se esqueceu, e depois omitiu-as durante umas semanas. Finalmente, as abandonou por completo. Certa noite, viu em sonho como Maria abraçava os seus companheiros, mas em lhe chegando a vez de ser abraçado, ela disse:
Que esperas de mim, tu que deixaste as tuas devoções?
Afasta-te, que és indigno de um abraço meu.
– Tomás despertou aterrorizado e recomeçou com as costumadas devoções.¹
Ao passar dos anos, Tomás de Kempis teve profunda devoção a Jesus Cristo na Eucaristia e também à Virgem Maria, vivendo a maior parte de sua vida no mosteiro de Agnietenberg, nos Países Baixos, onde escreveu diversas obras espirituais.
E ele continua dizendo:
"Saudai-a com a Ave-Maria, diz Tomás de Kempis, porque ela gosta muito dessa saudação".
A Santa Mãe de Deus prometeu a Santa Gertrudes tantos auxílios na hora da morte, quantas Ave-Marias lhe houvesse recitado em vida. Alano de Rupe afirma que, ao ouvir essa saudação angélica, ou seja, "Ave-Maria" alegra-se o céu, treme o inferno e foge o demônio. Com efeito, atesta-o Tomás de Kempis, pois com uma Ave-Maria pôs em fuga o demônio.
Com efeito, a partir desse relato, podemos fazer uma breve exame de consciência:
Tenho sido fiel às minhas orações diárias ou tenho as abandonado por negligência?
As minhas devoções me aproximam mais de Deus ou as considero algo sem importância pra minha vida?
O que aconteceria com minha alma se eu começasse a abandonar pouco a pouco minhas orações diárias?
Tenho consciência de que as pequenas infidelidades de hoje podem se tornar grandes afastamentos amanhã?
Quando falho em minhas práticas espirituais, procuro recomeçar prontamente, como fez Tomás de Kempis acima?
Tenho recorrido à Virgem Maria com confiança filial nos momentos de tentação e dificuldade na caminhada?
A oração da Ave-Maria faz parte do meu dia ou apenas quando a cruz pesa?
Reconheço que a perseverança nas pequenas devoções fortalece a alma para as grandes provações?
Tenho cultivado um amor sincero e procurado ser digno da amizade de Jesus e de Sua Mãe Santíssima por meio de uma vida cristã coerente?
Assim...
A vida espiritual não se perde de uma vez, mas se perde muitas vezes por pequenas negligências repetidas. Façamos como Tomás de Kempis ao ter correspondido prontamente ao aviso recebido e recomeçado com humildade. Felizes aqueles que as acolhem sem demora. A devoção filial e perseverante à Santíssima Virgem não diminui em nada o amor devido unicamente a Deus; ao contrário, conduz a alma com maior segurança até Ele, pois ninguém O amou, serviu e glorificou nesta terra com tanta perfeição quanto Sua Mãe Santíssima. Cada Ave-Maria rezada com fé é um ato de amor filial que une a alma, àquela que mais perfeitamente amou e serviu a Nosso Senhor Jesus Cristo.
— Referência:
¹ [Glórias de Maria por Santo Afonso Maria de Ligório - Tratado IV. Práticas de Devoção em Honra de Maria Santíssima]
E as almas dos fiéis defuntos pela misericórdia de Deus descansem em paz!
℣. Dai-lhes Senhor, o descanso eterno.
℟. E a luz perpétua os ilumine.
Descansem em paz. Amém.
℣. Senhor, escutai a minha oração,
℟. E chegue até vós o meu clamor.
"Para Cristo,
por Maria e José,
em súplicas pelas
almas do purgatório".
🙏🏾
† Jesus e Maria eu vos amo, salvai almas! Fonte: https://www.facebook.com/ApostoliPurgatoriorum

41 Tipos de pecados que não podemos receber a Sagrada Eucaristia

 



O objetivo de nossa catequese é conscientizar os fiéis católicos sobre pecados graves que impedem a recepção digna da Sagrada Eucaristia, ajudando-os a compreender melhor os ensinamentos da Igreja e a importância de uma boa preparação para a Santa Comunhão. Esta reflexão não tem a finalidade de julgar, condenar ou apontar pessoas, mas de promover um sincero exame de consciência à luz do Evangelho. Conhecer aquilo que nos afasta da graça de Deus é um passo importante para buscar a conversão e crescer na vida cada vez mais íntima com o Próprio Senhor.
Antes de comungar, é sempre recomendável fazer um sincero exame de consciência e, havendo séria certeza sobre a existência de pecado mortal, não podemos comungar, é necessário procurar um sacerdote para orientação e confissão. Conforme ensina São Paulo Apóstolo:
"Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice" (1 Cor 11,28).
Pois...
"Quem come e bebe indignamente, come e bebe a própria condenação" (1Cor 11,29).
O pecado mortal não é apenas "quebrar uma regra"; é uma escolha que fere profundamente nossa amizade com Deus e a nós mesmos. Além da violação direta dos Dez Mandamentos, a Igreja ensina que existem outros atos que podem constituir pecado mortal, quando envolvem matéria grave, pleno conhecimento e consentimento deliberado. Aqui vai alguns pecados que impedem,
como por exemplo:
0. Receber a Sagrada Comunhão conscientemente em estado de pecado mortal:
Aproximar-se da Eucaristia sem antes buscar a reconciliação sacramental quando se tem consciência de pecado grave.
1. Faltar à Missa dominical sem motivo grave:
Quando deixamos de participar das Missas precetuias e Dominicais por preguiça, desinteresse ou escolha deliberada, colocamos outras coisas acima de Deus.
2. Blasfemar contra Deus:
É usar palavras de desprezo, insulto ou ofensa contra Deus, e seus santos. Deus sempre está disposto a perdoar quem se arrepende sinceramente.
3. Profanar a Eucaristia:
Tratar a Sagrada Comunhão ou objetos sagrados com desprezo ou irreverência grave. A Eucaristia é o maior tesouro da Igreja.
4. Abandonar a fé:
Rejeitar conscientemente a fé cristã recebida no Batismo. Mesmo quem se afastou pode reencontrar o caminho de volta.
5. Negar verdades da fé:
Recusar deliberadamente ensinamentos que a Igreja propõe como verdades reveladas por Deus.
6. Romper a comunhão com a Igreja:
Separar-se conscientemente da unidade da Igreja fundada por Cristo.
7. Homicídio:
Tirar injustamente a vida de uma pessoa. Nenhum pecado é maior que a misericórdia de Deus para quem se converte.
8. Aborto:
Participar voluntariamente de um aborto ou promovê-lo. A Igreja acolhe com grande compaixão aqueles que se arrependem e buscam reconciliação.
9. Eutanásia:
Provocar diretamente a morte de uma pessoa doente ou idosa para eliminar o sofrimento.
10. Desejar gravemente o mal ao próximo:
Cultivar ódio profundo ou desejo deliberado de destruição de outra pessoa.
11. Adultério:
Quando uma pessoa casada mantém relacionamento íntimo com alguém que não é seu cônjuge.
12. Relações sexuais fora do matrimônio:
A intimidade sexual foi criada por Deus para o casamento. Quando vivida fora dele, afasta-se do plano divino.
13. Viver maritalmente sem casamento válido:
Quando um casal vive em sua casa como marido e mulher sem o sacramento do matrimônio reconhecido por Deus e pela Igreja.
14. Atos homossexuais:
A Igreja ensina que toda pessoa possui dignidade e merece respeito. Ao mesmo tempo, considera moralmente desordenados os atos sexuais fora do matrimônio entre homem e mulher. Todos os cristãos, sem exceção, são chamados à castidade e ao esforço contínuo de conversão, cada um enfrentando suas próprias lutas e desafios.
15. Pornografia:
Consumir, produzir ou divulgar pornografia. Ela fere a dignidade da pessoa humana e prejudica a pureza do coração.
16. Masturbação:
Uso voluntário da sexualidade com o próprio corpo fora de sua finalidade própria. Muitas vezes existem fatores que diminuem a responsabilidade moral, por isso é importante buscar orientação espiritual com sacerdote.
17. Abuso sexual:
Toda forma de violência ou exploração sexual é uma grave ofensa contra Deus e contra o próximo.
18. Roubo grave:
Tomar injustamente bens de outra pessoa quando o dano causado é significativo.
19. Fraude e corrupção:
Enganar para obter vantagens injustas, causando prejuízo sério aos outros.
20. Mentira grave:
Mentiras que destroem reputações, prejudicam pessoas ou causam grandes injustiças.
21. Desobedecer gravemente aos pais:
Quando filhos recusam de forma séria e injusta a autoridade legítima dos pais, especialmente enquanto dependem deles.
22. Negligenciar gravemente os deveres familiares:
Abandonar as responsabilidades para com o cônjuge, filhos ou familiares que dependem de nossos cuidados.
23. Escandalizar os outros:
Levar alguém ao pecado por palavras, atitudes ou maus exemplos.
24. Difamar o próximo:
Destruir injustamente a reputação de uma pessoa mediante acusações ou comentários graves.
25. Caluniar:
Atribuir falsamente faltas ou crimes a alguém.
26. Guardar rancor profundo e recusar o perdão:
Recusar-se deliberadamente a perdoar quando se tem condições de fazê-lo.
27. Explorar trabalhadores:
Negar salários justos ou condições dignas de trabalho.
28. Praticar usura:
Cobrar juros abusivos explorando a necessidade do próximo.
29. Embriaguez voluntária grave e gula:
Perder deliberadamente o uso da razão pelo abuso de bebidas alcoólicas. E fazer refeições acima do uso moderado.
30. Uso de drogas recreativas ilícitas:
Consumir substâncias que causam danos graves à saúde e à dignidade da pessoa.
31. Colocar a própria vida ou a dos outros em grave perigo sem necessidade:
Atitudes imprudentes que podem causar sérios danos ou mortes.
32. Desrespeitar gravemente os pobres e necessitados:
Ignorar conscientemente deveres sérios de caridade quando se pode ajudar.
33. Corrupção ativa ou passiva:
Oferecer ou receber vantagens ilícitas para obter benefícios injustos.
34. Falsificar documentos:
Alterar ou criar documentos falsos para enganar ou obter vantagens.
35. Jurar falsamente:
Invocar Deus como testemunha de uma mentira.
36. Práticas ocultistas:
Recorrer à magia, feitiçaria, adivinhação, espiritismo ou outras práticas incompatíveis com a fé cristã. Não é lícito ao Católico.
37. Sacrilégio:
Tratar indignamente sacramentos, igrejas ou coisas consagradas a Deus.
38. Omissão grave diante de uma injustiça:
Permanecer indiferente quando existe obrigação séria de agir para evitar um mal.
39. Exploração sexual ou econômica dos vulneráveis:
Aproveitar-se da fragilidade de crianças, idosos, pobres ou pessoas em situação de dependência.
40. Alimentar deliberadamente pensamentos impuros contra a castidade do pensamento.
Não se trata das tentações que surgem involuntariamente na mente, pois a tentação, por si só, não é pecado. O problema ocorre quando a pessoa acolhe voluntariamente pensamentos, fantasias ou desejos impuros, permanecendo neles com prazer e consentimento deliberado.
Assim, quando alguém reconhece ter cometido um pecado grave, não deve desesperar-se nem abandonar a prática religiosa, mas se arrepender do ato praticado e procurar a Confissão, confiando na misericórdia de Deus, que está sempre pronto a perdoar os que se arrependem sinceramente. Quando há quedas, o Senhor não abandona Seus filhos. A santidade não consiste em nunca ter dificuldades, mas em confiar em Deus e recomeçar sempre que necessário.
Pois, o exame de consciência, a Confissão frequente e a sincera conversão do coração são os meios ordinários para receber dignamente a Sagrada Comunhão.
— Referência:
[Sagrada Escritura: 1Cor 11,27-29. Catecismo da Igreja Católica, §§ 1385, 1415, 1457, 1854-1864 e 2052-2557].
[Código de Direito Canônico, cân. 915 e 916]
E as almas dos fiéis defuntos pela misericórdia de Deus descansem em paz!
℣. Dai-lhes Senhor, o descanso eterno.
℟. E a luz perpétua os ilumine.
Descansem em paz. Amém.
℣. Senhor, escutai a minha oração,
℟. E chegue até vós o meu clamor.
"Para Cristo,
por Maria e José,
em súplicas pelas
almas do purgatório".
🙏🏾
† Jesus e Maria eu vos amo, salvai almas!

15 Superstições Contrárias a Doutrina Católica sobre ás almas do Purgatório

 



O objetivo desta catequese é conscientizar os fiéis católicos sobre erros e superstições que podem se infiltrar na devoção às almas do purgatório, ajudando-os a viver essa devoção de acordo com a fé da Igreja. Pois, tudo o que transforma essa devoção em magia, medo, adivinhação ou comércio espiritual afasta-se da autêntica doutrina católica sobre.
— Lista de Superstições Contrárias à Fé Católica:
(0) Acreditar que as almas do purgatório são iguais aos fantasmas das lendas populares. Esse erro nasce quando se mistura a doutrina católica com crenças folclóricas, histórias de assombração ou superstições populares. A Igreja ensina que as almas do purgatório são almas de pessoas salvas, que morreram na graça de Deus e estão sendo purificadas devido ao dano de seus pecados cometidos que não foram reparados, antes de entrar na visão beatífica do Céu. Por isso, não se deve imaginar as almas do purgatório como "fantasmas errantes", "espíritos presos a casas", "almas penadas" ou seres que vagueiam pela terra causando medo. Essas imagens pertencem mais ao imaginário popular do que à doutrina fiel Católica. É verdade que, na vida de alguns santos, há relatos de aparições de almas pedindo orações, mas tais casos são extraordinários, dependentes da permissão Divina e não constituem a condição normal das almas do purgatório. A Igreja nunca ensinou que elas vivem perambulando pelo mundo como figuras assustadoras.
Outro ponto...
(1) Acreditar que só se pode rezar pelas almas do purgatório apenas dentro da igreja ou no cemitério, e não pode orar em ajuda a elas dentro de casa. Essa crença de que "as almas não devem ser lembradas em casa" ou que "rezar por elas dentro de casa atrai espíritos" é mais uma superstição popular do que um ensinamento Católico. Pelo contrário, muitos santos cultivaram uma intensa devoção às almas do purgatório em seus próprios conventos e lares. Entre eles estão Santa Catarina de Gênova, São Nicolau de Tolentino e Santa Faustina Kowalska. Então, podemos sim, ajudar elas com nossas orações em nossas casas.
O que Não pode para o Católico:
(2) Pensar que rezar pelas almas em casa atrai espíritos ou assombrações.
(3) Tentar invocar ou chamar as almas do purgatório para conversar com elas.
(4) Recorrer a médiuns ou sessões espíritas para obter notícias dos falecidos.
(5) Acreditar que as almas do purgatório aparecem para revelar números de loteria ou segredos ocultos.
(6) Tratar orações, medalhas, velas ou sacramentais como objetos mágicos que produzem efeitos automaticamente.
(7) Pensar que determinada oração obriga Deus a libertar uma alma imediatamente.
(
😎
Acreditar que as almas do purgatório vagam livremente pela terra assustando pessoas.
(9) Supor que toda manifestação estranha em uma casa é causada por almas do purgatório.
(10) Fazer promessas às almas em troca de favores materiais, como se fossem uma negociação mágica.
(11) Acreditar que as almas do purgatório podem amaldiçoar ou prejudicar os vivos por não receberem orações.
(12) Inventar datas exatas para a saída de uma alma do purgatório sem fundamento na doutrina da Igreja.
(13) Dar mais importância a revelações privadas sobre o purgatório do que ao ensinamento oficial da Igreja.
(14) Achar que basta acender uma vela, sem fé e sem devoção, para garantir a libertação de uma alma.
(15) Negligenciar a Santa Missa e os sufrágios recomendados pela Igreja, substituindo-os por práticas supersticiosas ou esotéricas.
A finalidade desta reflexão é conscientizar os fiéis Católicos para que evitem superstições e falsas crenças relacionadas às almas do purgatório, cultivando uma autêntica devoção baseada na doutrina da Igreja, na oração, nos sufrágios, nas indulgências, nas obras de caridade e, sobretudo, no Santo Sacrifício da Missa por elas.
— Referência:
[Catecismo da Igreja Católica (nn. 1030-1032; 1371; 1667-1679; 2111; 2115-2117), Concílio de Trento (Sessões XXII e XXV)]
E as almas dos fiéis defuntos pela misericórdia de Deus descansem em paz!
℣. Dai-lhes Senhor, o descanso eterno.
℟. E a luz perpétua os ilumine.
Descansem em paz. Amém.
℣. Senhor, escutai a minha oração,
℟. E chegue até vós o meu clamor.
"Para Cristo,
por Maria e José,
em súplicas pelas
almas do purgatório".
🙏🏾
† Jesus e Maria eu vos amo, salvai almas!

Fonte: https://www.facebook.com/ApostoliPurgatoriorum

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