Enfim, a Confissão adquire os maiores e mais preciosos bens. A Confissão acalma a ira de Deus; dá-nos a graça santificante; é o remédio de todas as tentações e de todos os pecados.
A Confissão dá a luz, o fervor, a força, a vida e a alegria.
A Confissão, diz São Bernardo, lava e purifica, faz nascer as boas obras, adorna a alma, santifica-a mais e mais; é a vida do pecador e a glória do justo (Epist.).
A penitência, diz Tertuliano, nasce da Confissão, e com a nossa penitência, Deus fica desarmado. A Confissão é a disciplina que humilha e derruba o homem orgulhoso; então, a misericórdia ocupa o posto outrora pertencente à maldição (De Poenit., c. IX).
Assim, pois, a Confissão repara estes três grandes males, fruto do pecado:
1.° reconcilia-nos com Deus e une-nos a Ele;
2.° cura-nos;
3.° santifica-nos e consagra-nos.
Com uma boa Confissão ficam quebradas as cadeias do pecado, afugenta-se o demônio e fecha-se o Inferno; o céu se abre, o nome do penitente fica inscrito de novo com letras de ouro no Livro da Vida.
— Referência:
[Tesouros do Padre Cornélio à Lápide]
E as almas dos fiéis defuntos pela misericórdia de Deus descansem em paz!
℣. Dai-lhes Senhor, o descanso eterno.
℟. E a luz perpétua os ilumine.
Descansem em paz. Amém.
℣. Senhor, escutai a minha oração,
℟. E chegue até vós o meu clamor.
"Para Cristo,
por Maria e José,
em súplicas pelas
almas do purgatório".
† Jesus e Maria eu vos amo, salvai almas!

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