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sexta-feira, 11 de maio de 2018

E se é verdade que poucos são salvos, é porque são poucos os que vivem bem


"Qual é a utilidade de saber se poucos ou muitos são salvos? 

São Pedro nos diz: "Esforce-se por boas obras para assegurar-se que será escolhido".

Quando a irmã de São Tomás de Aquino lhe perguntou o que ela devia fazer para ir para o céu, ele disse: "Você será salva se você quiser ser." 

Eu digo a mesma coisa para você, e aqui está a prova de minha declaração.Ninguém é condenado a não ser que cometa o pecado mortal: que é da fé. 

E ninguém comete o pecado mortal a menos que queira: que é uma proposta teológica inegável. 

Portanto, ninguém vai para o inferno, a menos que queira; a consequência é óbvia. Será que isso não é suficiente para te confortar? 

Chore por pecados do passado, 
- Faça uma boa confissão
Não peques mais no futuro, e todos vocês serão salvos. 

Por que atormentarem-se assim? Pois é certo que:
- vocês têm que cometer o pecado mortal para ir para o inferno, e
- que para se cometer pecado mortal é preciso querer, e que, consequentemente,
ninguém vai para o inferno, a menos que queira. 

Isto não é apenas uma opinião, é uma verdade inegável e muito reconfortante; que Deus lhe dê o entendimento, e que Ele o abençoe. Amém."



Excerto do "O pequeno número dos que são salvos"

por São Leonardo de Porto Maurício

terça-feira, 28 de julho de 2015

Os sofrimentos são um sinal de predestinação

Na foto: Martírio de S. Januário
Enquanto os mundanos se preocupam demasiado com seu exterior, dando seu melhor na aparência externa, roupas caras e "sempre com boa aparência", mostrando que "tem condições financeiras", também exibindo-se aos quatro cantos do mundo com o nariz empinado (os ditos soberbos, falamos disso neste artigo), os filhos de Deus, verdadeiros predestinados tem suas cruzes, dão seu melhor somente para DEUS e se santificam, são zombados, perseguidos, quando não torturados e se tornam mártires por nosso Senhor.

Em vez de nos preocuparmos em estar o tempo inteiro impecável na aparência exterior para se exibir, faz melhor aquele que dá o seu melhor por Deus em todos os aspectos de sua vida, na oração, na vida interior, na modéstia! Sim, a partir do momento em que sabemos o que mais agrada a Deus, não exitamos em fazê-lo.

É o que sempre ensinaram os santos, inclusive Santo Afonso de Ligório no artigo abaixo, convidamos você leitor, a acompanhar o texto. O título deste artigo: "Os sofrimentos são um sinal de predestinação" foi escrito pelo próprio Santo Afonso, bem como o texto. Ambos foram tirado do livro: "A Escola da Perfeição Cristã". 

Lembrando que o próprio Deus Pai responde a S. Catarina de Senaquando ela pergunta 'Porque os maus prosperam', e a resposta de Deus Pai é: 

"Toda obra boa será remunerada, como todo mal terá seu prêmio. Quando praticada no estado de graça, a boa obra merece o céu; quando feita em pecado, embora sem merecimento, terá sua paga de várias maneiras: umas vezes, concedo vida mais longa ou inspiro a meus servidores contínuas orações em favor, com o que tais pessoas se convertem, outras vezes, em lugar de vida mais longa e das orações, concedobens materiais. neste caso os pecadores são como animais de engorda para o matadouro."

Isso é muito forte! Realmente, animais de engorda ao matadouro ... Meditemos sobre isso hoje. E para complementar segue o texto que citamos, do doutor da Igreja: Santo Afonso Maria de Ligório

Os sofrimentos são um sinal de Predestinação


Por Santo Afonso de Ligório

"Ser visitado aqui na terra por tribulações é um sinal especial de predestinação. Isso diz S. Gregório (Mor., 1.26, c. 18) nestes termos: 'os escolhidos, destinados à bem aventurança eterna, terão de viver em aflições aqui na terra'. De fato, lemos na vida dos santos que eles todos, sem exceção, viveram cercados de cruzes. S. Jerônimo escreve à virgem Eustoquium: 'Examina a vida dos santos e verás que todos tinham de sofrer tribulações; só Salomão viveu no meio das alegrias e se perdeu talvez eternamente em consequência disso'. S. Paulo diz que todos os escolhidos devem ser semelhantes a Jesus Cristo. "Os que conheceu na sua paciência também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho' (Rom 8, 29). Ora, a vida de Jesus Cristo foi um sofrimento contínuo e, por isso, para sermos glorificados com Jesus Cristo, ajunta o Apóstolo, devemos sofrer com ele: 'Se padecermos com ele, também com ele seremos glorificados' (Rom 8,17).

Padecer com Jesus Cristo quer dizer padecer resignadamente como nosso Salvador padeceu: 'que não amaldiçoava quando o amaldiçoavam, que não ameaçava quando padecia' (1 Ped 2,23). S. Gregório diz que, como a paciência no padecimento é um sinal de predestinação, assim a impaciência é um sinal de perdição. Por isso nos indica o Senhor que acharemos a bem-aventurança eterna só no sofrer com paciência. 'Na vossa paciência possuireis as vossas almas' (Lc 21,19). (...)"

Os sofrimentos fizeram a delícia dos santos


"Para quem se decide a padecer por Deus, não existem m ais cruzes; achara até alegria no seu padecer. Percorramos a vida dos santos e veremos como eles amaram nos sofrimentos. 

S. Gertrudes dizia que os sofrimentos lhe ocasionavam uma tal alegria que, para ela não havia tempo mais triste que aquele em que nada tinha de sofrer. S Teresa afirmava que não podia viver sem padecer e, por isso, exclamava muitas vezes: 'Ou padecer ou morrer'. S. Maria Madalena de Pazzi ia ainda mais longe, sendo sua senha: 'Padecer e não morrer'. 

O Mártir S. Procópio dizia ao algoz que lhe aplicava sempre outros tormentos: 'Atormenta-me quando quiseres, mas fica sabendo que quem ama a Jesus Cristo nada deseja tão ardentemente como sofrer por seu amor'. Sendo S. Górdio ameaçado com uma morte atroz se não renunciasse a seu divino Mestre, respondeu: 'Sinto poder morrer uma só vez por meu salvador'; Dizendo isto, caminhou intrepidamente para a morte. O Pe. Spinola escreveu de seu cárcere, onde muito teve de sofrer: 'Oh! Como é doce padecer por Jesus Cristo. Já tive notícia de minha condenação; peço-vos que agradeçais à divina bondade pela grande graça que me concede'. A assinatura dizia: Carlos Spinola, condenado á morte por amor de Jesus Cristo. Logo depois foi ele queimado a um fogo lento. Ao ser amarrado ao poste começou a cantar o salmo: 'Louvai ao Senhor, todos os povos, em ação de graças, e, cantando, redeu o espírito à Deus.

Mas como podiam os santos mártires padecer com tanta alegria? perguntar-me-ia alguém, não eram eles de carne e sangue como nós, ou tornou-os Deus insensíveis à dor? S. Bernardo (in Cant. s. 61), responde: "Não foi a insensibilidade, mas o amor de Jesus Cristo que os fez padecer com tanta paciência e alegria. A dor não lhes faltava, mas eles a venciam e desprezavam por amor de seu divino Mestre'. Um grande servo de Deus, o Pe. Hipólito Durazzo, da Companhia de Jesus, dizia: 'Por mais que Deus nos custe, nunca o compraremos caro demais'. Quem não sabe padecer por Jesus Cristo, dizia S.José Calazans, também não sabe ganhar Jesus Cristo. As almas que entendem a linguagem do amor, encontram na cruz o cumprimento de todos os seus desejos, pois sabem que agradam a Deus quando a abraçam de boa vontade."

Fonte:

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Como é doce servir a Deus



"As pessoas do mundo dizem que é demasiado difícil fazer a própria salvação. Nada há entretanto mais fácil: Observar os mandamentos de Deus e da Igreja, e evitar os sete pecados capitais; ou, então, se quiserdes, fazer o bem e evitar o mal; é só isto!

Os bons cristãos que trabalham em salvar a sua alma, estão antecipadamente felizes e contentes; gozam antecipadamente da felicidade do céu; serão felizes durante toda a eternidade. Ao passo que os maus cristãos que se condenam são sempre para lastimar; murmuram, são tristes, e sê-lo-ão durante a eternidade.

Um bom cristão, um avaro do céu, faz pouquíssimo caso dos bens da terra; pensa só em embelezar sua alma, em acumular aquilo que o deve contentar sempre, aquilo que deve sempre durar. Vêde os reis, os imperadores, os grandes da terra; são bem ricos; estão, porém, contentes? Se amam o bom Deus, sim. mas do contrário, não: não estão contentes. Eu de mim acho que não há nada tanto para lastimar como os ricos, quando não amam o bom Deus. 

Ide pelo mundo, de reino em reino, de riqueza em riqueza, de prazer em prazer, não achareis a vossa felicidade. A terra inteira não pode contentar uma alma imortal, da mesma sorte que uma pitada de farinha, na boca de um faminto, não pode saciá-lo."

S. João Maria Vianney, Pensamentos Escolhidos.

Fonte:

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